quinta-feira, 17 de julho de 2008

SUCESSO


"Muita gente confunde sucesso com amealhar dinheiro. Embora o sucesso acabe por levar à riqueza, é muito mais que isso. É uma atitude mental e espiritual - um estado de consciência - de que o dinheiro é um sub-produto acidental.

Sucesso é um modo de viver. Estamos neste mundo para ter sucesso como seres humanos.

Uma pessoa bem sucedida tem paz de espírito, está satisfeita com os talentos que Deus lhe deu, e sente-se feliz em usá-los e aplicá-los para seu benefício. A procura de uma vida melhor, e a realização de um objectivo digno, é a mais satisfatória das actividades humanas. (...)

Uma vida bem sucedida não é fácil. É construída sobre qualidades fortes - sacrifício, diligência, lealdade e integridade.

A corrida nem sempre é ganha pelo mais rápido nem a batalha pelo mais forte; a vitória vai muitas vezes para o mais temerário e o mais persistente. O maior obstáculo no caminho do sucesso não é a falta de inteligência, de carácter ou de força de vontade. É a incapacidade para levar o trabalho até ao fim. "


Alfred Montapert, in 'A Suprema Filosofia do Homem'

domingo, 6 de abril de 2008

Descoberta de merda!

Este titulo bem que podia ser simplesmente um trocadilho, mas é pura verdade.

Estava eu a pensar no que viria aqui escrever, hoje que a inspiração nada quer comigo. E não podia vir aqui dizer uma merda qualquer, não depois do último post, talvez o mais lido e certamente o mais comentado deste blog. Decidi então ir ver as notícias no Google e encontrei algo digno de ser aqui "postado", algo que queria partilhar com os mais de 2 leitores deste blog!

Passo a citar:

Descoberto o mais antigo dejecto humano

"Esta pode não ser a descoberta científica mais «bonita», mas a sua fealdade é inversamente proporcional à sua importância.
A descoberta foi feita por investigadores da Universidade de Copenhaga, liderados por Tom Gilbert, numa caverna em Oregon, Estados Unidos da América.
A partir deste coprólito - nome científico atribuído às fezes fósseis - foi possível retirar ADN típico dos indígenas modernos.
O excelente estado de conservação dos dejectos deve-se às condições oferecidas pela caverna onde foram encontrados. Os sedimentos ali presentes, por serem extremamente secos, ajudam na preservação de restos antigos, o que permitiu aos investigadores encontrarem, não um, mas 14 coprólitos.
Segundo Tom Gilbert, o aspecto das fezes, é «bem diferente das fezes frescas. São muito quebradiças com uma textura semelhante à de uma bolacha».
A datação da descoberta foi feita através de carbono-14 e revelou que os coprólitos têm cerca de 14 mil anos."


Aposto que desta ninguém estava à espera! Não é todos os dias que se descobre merda tão bem conservada. Mas eu gostei mesmo foi do nome chique e o mais certo é ser adoptado pelas ricas 'tias' que não podem dizer coisas como: dejecto; merda; fezes; calhau; caganito; caca; cocó; cagalhão; etc ...

Já viram a quantidade de palavras que designam exactamente a mesma coisa? E coprólito é sem dúvida a melhor ...

O que não pode passar ao lado é a brilhante descrição desta incrível descoberta: «bem diferente das fezes frescas. São muito quebradiças com uma textura semelhante à de uma bolacha».

Hummm, quem estiver neste momento a saborear uma bolachinha há de ficar com uma bela sensação ... :P

E é isto, só para dizer que escrevo qualquer coisa, mesmo que seja uma merda!

P.S.: Nunca um post neste blog referiu tanta vez a palavra merda.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Comunicado

Venho por este meio informar que é a última vez que escrevo neste blog. Várias razões me levaram a tomar esta dificil decisão. Uma delas prende-se com o facto de apenas duas pessoas o lerem, isto num dia bom!

Mas a principal causa deve-se ao facto de estar de malas feitas - é verdade - vou sair do país, descobri que estou grávida e o pai, que não é português, faz questão que eu vá viver com ele.
Já me demiti e claro já cancelei a matricula, não há necessidade de continuar a pagar propinas quando se vai para outro país. Digamos que a vida não me corre como tinha planeado, mas vamos ver no que vai dar, pode ser que com os 12.456,23 € que ganhei no Euromilhões da passada sexta-feira a coisa se recomponha mais depressa.

Ele falou em casarmos mas não acho que tal seja necessário, pelo menos não penso nisso desde que descobri que sou Bi, acho que prefiro deixar as opções em aberto, não vá arrepender-me depois. Sim, podia sempre divorciar-me mas isso dá muito trabalho e agora que estou a começar a singrar como uma executiva de sucesso isso não ficaria bem e as revistas cor-de-rosa iriam martirizar-me. Já bastou o artigo do mês passado da Ana Maria a dizer que estou gorda, onde é que já se viu. Não sabem eles que comecei eu a fazer dieta, digamos que abolir o chocolate da minha vida foi a coisa mais difícil que já fiz.

Pode ser que quando acabar as mudanças tenha tempo de criar um novo blog, talvez um blog de ajuda sentimental ... uma mistura de Oprah com Dr. Phil! Hummm ... parece-me uma boa ideia!
Ai, até parece mentira, esta loira de 1.75, boa como tudo, vai mudar de vida, quem diria?!
Uma coisa é certa: eu não me chamo Maria Lucinda Pereira da Conceição se não vier passar férias a este belo país já no Verão! Olha, até rimou, e nem foi de propósito nem nada.


Uau, já tou com saudades de Portugal, logo agora que as coisas estão a ficar melhores, que o desemprego é praticamente nulo; que os ordenados estão em alta e há reformas para toda a gente, é que me vou embora!
Só espero que na minha próxima morada consiga ter algum sossego, boa vizinhança, quero que o meu bebé cresça num sitio seguro, rodeado de pessoas decentes. Pelo menos lá não vai ter de conviver com a tia, não seria boa influência conviver com uma stripper!

Bem, acho que já estou a revelar coisas a mais, deve ser do tempo, quando chove tenho tendência para me isolar e escrever - não sei - acho que me inspira, é isso e fazer sopa, não dá para não admirar toda a arte de cortar cuidadosamente os legumes e de vê-los a ferver e a desaparecerem com a magia de um electodoméstico que, por acaso, é chamado de "varinha mágica".

Ok, isto agora foi estranho, estou a sentir-me um tanto esquisita, será daquele pó branco que cheirei ontem? Hummm ...


Bem, o que interessa agora é não me alongar mais, a minha mãe acabou de chegar para me ajudar com as malas e não posso deixar uma senhora de 62 anos à espera, sobretudo quando se trata da pessoa que trouxe esta beleza toda ao mundo, seria incorrecto da minha parte.


Despeço-me assim dos meus dois queridos e fiéis leitores que durante tanto tempo me têm acompanhado. Cada vez que me lembro do psicólogo que dizia que vocês eram apenas fruto da minha imaginação ... ai, ainda me dá vontade de rir!


Já agora, deixo-vos aqui uma foto do meu futuro maridinho, sentado no sofá onde concebemos o nosso filhote!



Enfim, hoje é dia 1 de Abril, este dia por que todos esperam o ano inteiro para poderem mentir sem sentirem o terrível sentimento que se sucede á mentira: o sentimento de culpa!

Não poderia passar aqui em vão sem ser devidamente assinalado com mais um péssimo texto escrito pela minha pessoa.

O mais engraçado é que no meio de tanta mentira há uma verdade, alguém a encontra?



Pago um jantar a quem a descobrir :P

segunda-feira, 31 de março de 2008

???


Não percebo aqueles blog's cujos post's são apenas uma única frase ...

quinta-feira, 20 de março de 2008

Decidir

(Proposta de trabalho: escolher uma palavra e falar sobre ela)


Há muita coisa difícil na vida, como é o caso de escolher uma palavra e falar sobre ela, mas o mais difícil é sempre decidir, tomar uma decisão, essa escolha inevitável que nos persegue a toda a hora.
Estamos constantemente “parados no tempo” a pensar, a pensar, e a pensar e depois pensamos ainda mais até que acabamos finalmente por decidir alguma coisa. Às vezes é rápido, outras nem tanto …
Hoje, eu própria me deparei com a dificuldade de decidir que palavra iria escolher e somente após largos minutos de indecisão, face às inúmeras palavras que então me passavam pela cabeça, aconteceu aquilo que o dicionário define como: “
acto ou efeito de decidir”, palavra esta que deriva do Latim decidere. Com isto apercebi-me da importância desta palavra – decidir – e das suas implicações nas nossas vidas.

Pode dizer-se que somos obrigados a tomar decisões, fazer opções, escolhas, desde o dia em que nascemos e até ao preciso momento em que deixamos de existir elas funcionam como uma teia de aranha, é como o que se diz acerca da mentira: vêm umas a seguir às outras. Mas o mesmo acontece com as decisões, decidir uma coisa implica decidir um milhão de outras coisas que virão no seu seguimento. É um verdadeiro ciclo vicioso que nunca pára, a não ser com a morte!
É importante salientar que a palavra decisão está relacionada com o livre-arbítrio, isto é, a liberdade que (supostamente) temos nas nossas acções, de pôr em prática a nossa vontade própria, de escolhermos aquilo que consideramos melhor, porém, isto leva-me a uma questão: será esta uma liberdade real? Como pode sê-lo se ao tomarmos uma decisão somos automaticamente levados a muitas outras? É impossível não decidir, eu não posso acordar amanhã e decidir não decidir nada, até porque isso já é uma decisão. No fundo, ao decidirmos não decidir nada já estamos a decidir tudo e isto é uma decisão que nos transcende. Afinal como é que podemos afirmar convictamente que ter poder de decisão é pôr em prática o livre-arbítrio?
Note-se que esta não passa de uma verdadeira contradição, aliás, como todo este texto que eu podia ter decidido não escrever, o que talvez tivesse sido a melhor decisão.
Decidir não é fácil, já foi, quando eram os nossos pais a decidir por nós.

Quando somos pequenos não temos de decidir muita coisa, por mais que queiramos simplesmente não podemos. Eu não decidia se ia para a escola com o cabelo solto ou atado, era a minha mãe que decidia sempre fazer-me aqueles “totós” que eu detestava; era ela que decidia se eu ia com a camisola azul ou com a cor-de-rosa; era ela que decidia se eu podia ou não comer o chocolate; era ela que decidia a que horas me deitava; era ela que decidia se eu podia ou não ir brincar para a rua … Basicamente era ela que decidia tudo por mim, e por mais que eu decidisse não comer as ervilhas não tinha outro remédio a não ser comê-las.
Nessa fase da nossa vida nem nos damos conta da dificuldade que é tomar (ou não) uma decisão porque temos quem o faça por nós, e naquela altura achamos isso horrível porque queremos ser nós a decidir, e também porque não fazemos muita questão de comer os legumes.

Todavia, quando chega a tão esperada etapa da nossa existência em que finalmente somos nós quem decide apercebemo-nos de que se calhar não o queríamos assim tanto, ou porque custa, às vezes porque dói, outras porque nem sempre queremos, e sobretudo porque isso implica que sejamos pessoas grandes. E se quando somos pequenos temos muita vontade de ser grandes, quando acabamos por crescer chegamos à conclusão que dávamos tudo para voltar a ser pequeninos e a ter quem nos tirasse a árdua tarefa de … Decidir.

quinta-feira, 13 de março de 2008

PROCURA-SE!!!


Nunca consegui perceber a razão pela qual as mulheres são tão ruins umas para as outras.
Esta é uma realidade que ninguém pode refutar: as mulheres são umas cabras!
É claro que não são todas (felizmente), mas uma grande percentagem adora fazer a vida negra às suas colegas, "amigas" ...
Tento perceber mas simplesmente não consigo, não era suposto haver união?!

Porque é que as mulheres são assim?!

Fico mesmo irritada com isto, sobretudo quando acontece profissionalmente. Sem dúvida que é muito difícil integrar uma nova equipa de trabalho, um novo ambiente, um novo chefe, novas funções, mas principalmente, novos colegas. E se isto já é complicado em situações "normais", será um verdadeiro desafio se a equipa for constituída por 99% de mulheres!
No nosso dia-a-dia, a nível pessoal, podemos decidir com quem é que nos queremos relacionar ou não. Contudo, no trabalho o mesmo não acontece, temos que nos sujeitar ao que há. O problema é que as mulheres não vêem com bons olhos a entrada de um novo elemento feminino, talvez por se sentirem ameaçadas, talvez por serem invejosas. Mas inveja de quê? Elas também lá estão e há mais tempo!
São coisas complexas que ainda ninguém conseguiu explicar e que têm sérias repercussões. As mulheres agrupam-se entre elas e unem-se contra o novo elemento para lhe dificultarem a vida.

(Isto dava um grande documentário para a BBC)

Mas é por isto que as mulheres dizem muitas vezes que é mais fácil trabalhar com homens porque eles não vêem problemas com a nossa chegada e recebem-nos, não nos lançando olhares reprovativos e antipáticos.
Porém há um senão que surge tanto a nível pessoal como profissional. Se é mais fácil trabalhar e fazer amizades com homens do que com mulheres, depois há sempre a problemática das segundas intenções por parte deles.
As mulheres são más e fazem de tudo para nos lixar a vida, os homens fazem de tudo para conseguir algo mais!
Eu estou farta desta situação e é por isso que quero um amigo gay. Haverá melhor? Com ele podemos falar sobre coisas de mulher, ele dá-nos conselhos, vai às compras connosco e dá-nos colo e aconchego quando estamos mal sem se aproveitar para conseguir o tal "algo mais".

Eu quero um amigo gay!

AMIGO GAY PROCURA-SE!

quarta-feira, 12 de março de 2008

Bush Tap Dancing

E quando uma pessoa pensa que é impossível ver este senhor - George W. Bush - a fazer ainda mais figuras tristes e deprimentes, eis que nos apercebemos que no dia em que ele se portar como uma pessoa sã, o mundo acaba!
Agora lembrou-se de dançar, se é que aquilo se pode chamar de dança ... Não me parece.
Há pessoas e há pessoas, e depois há estes seres que ninguém percebe bem o que são nem de onde vêm, mas bem que podiam voltar para lá.

Por que é que o ventinho não o levou assim para beeeemmmm longe?!

Haja paciência para tanta estupidez e ignorância junta!